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Projeto Dom Helder Camara: 10 anos de contribuição para a dignidade no campo

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Em quase uma década de atuação na região do Araripe, o Projeto Dom Helder Camara/SDT/MDA/FIDA tem muita história pra contar. Histórias de luta que reafirmam o protagonismo de homens, mulheres e jovens que moram no Semiárido nordestino. Uma iniciativa voltada para promover agroecologia, segurança alimentar e geração de renda para as famílias agricultoras.

 

O PDHC apóia assentamentos da reforma agrária e comunidades rurais. Nesse sentido, o projeto é parceiro de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, organizações da sociedade civil e movimentos sociais. No Sertão do Araripe, em Pernambuco, o Projeto Dom Helder atua nos dez municípios da região, além de Parnamirim, tendo como parceiro o Centro de Habilitação e Apoio ao Pequeno Agricultor do Araripe (Chapada). O Chapada é responsável pela assessoria técnica de 18 comunidades de forma permanente, totalizando 696 famílias atendidas.

 

 

Um dos destaques do Projeto Dom Helder é a ação da mobilização social, que é responsável por discutir com os/as agricultores/as e assentados/as, a importância do associativismo, na perspectiva de fortalecer os processos de cidadania, estimulando a conscientização e contribuindo com a formação política dos/as mesmos/as.

 

Dentre as atividades desenvolvidas, estão o acompanhamento da produção agrícola, assistência técnica e atendimento às demandas socais como educação, saúde e gênero. A implantação de novos sistemas produtivos, comprometidos com a sustentabilidade, vem possibilitando alimentar de forma saudável a população do campo, garantindo a geração de renda, através da comercialização do excedente da produção nas feiras agroecológicas e mercados institucionais.  Os processos de formação inerentes ao projeto permitem potencializar as atividades camponesas, o que confere mais autonomia às famílias rurais.

 

No Sítio Água Branca, município de Araripina, a agricultora Rita de Cássia sabe que a vida é outra desde que as ações do PDHC foram iniciadas na localidade, pois agora a família  conta com a água de beber e de produzir, o que possibilitou desenvolver o plantio de hortaliças e plantas medicinais. A comunidade foi ainda beneficiada com a criação de um banco de sementes crioulas, que permite o envolvimento de outras famílias, fortalecendo a agricultura familiar local.

 

Outro fator importante é a construção de sedes de associações em comunidades e assentamentos assessorados pelo PDHC. A comunidade do Sítio Água Branca é uma delas.

 

 

Texto: Assessoria de Comunicação da ONG Chapada

   

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© Projeto Dom Helder Camara