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Dissertação de mestrado mostra resultados sociais, econômicos e ambientais do algodão agroecológico

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A experiência da ação do algodão em consórcios agroecológicos, iniciativa do Projeto Dom Helder Camara/Ministério do Desenvolvimento Agrário em parceria com a Embrapa Algodão e Esplar, foi objeto de estudo do pesquisador Gildo Pereira Araújo da Embrapa Algodão, que apresentou a dissertação “Cultivo do algodão agroecológico no Semiárido com ênfase no manejo de pragas: em busca da sustentabilidade” à Universidade Federal do Ceará (UFC). A pesquisa teve como objetivo estudar as alternativas naturais no controle de pragas no algodoeiro agroecológico, como também a organização coletiva dos agricultores, tendo em vista a otimização econômica e ambiental da produção do algodão em consórcios com culturas alimentares no Semiárido brasileiro.

 

Os estudos foram desenvolvidos no campo experimental da Embrapa Algodão em Barbalha (CE); no assentamento Frei Damião, município de Santa Cruz/PE e comunidades Lajinha e Santa Filomena, Ouricuri/PE, acompanhados no Território do Sertão do Araripe pelo Projeto Dom Helder.

 

Em suas conclusões, o autor afirma que a diversificação dos cultivos permite ao agricultor o uso mais eficiente e sustentável da terra, maior geração de renda, segurança alimentar e garantia de alimentação para os animais. O cultivo do algodão em consórcios agroecológicos, segundo ele, pode representar uma possibilidade de reintrodução desta cultura na agricultura familiar do Semiárido brasileiro.

 

A dissertação aponta que as famílias apresentaram um valor líquido da produção de R$1.411,00 por hectare. Esse valor é mais que o dobro do valor bruto da produção na agricultura familiar, que, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), é de R$677,00 por hectare.

 

 Clique aqui para ler a dissertação na íntegra.

 

   

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