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O Governo Federal lança a 2ª fase do Projeto Dom Helder no Território da Cidadania do Alto Sertão Sergipano, contemplando todos os municípios do território

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No ultimo dia 13 de abril 2016, o governo federal lançou, na reunião do Colegiado territorial, a 2ª fase do projeto Dom Helder camara no Alto Sertão Sergipano. A plenária cheia e diversificada ouviu atentamente do diretor  geral do projeto, Espedito Rufino, a apresentação dos objetivos, principios, compomentes, principais açõe, área de atuação  e agenda de execução da segunda etapa do projeto em Sergipe.

 

 

Na primeira fase, o projeto Dom helder atendia 06 municípios e nesta segunda passará a atender os 07 municipios do territorio da cidadania do Alto Sertão, incluindo assim Nossa Senhora de Lourdes. (Canindé de São Francisco, Poço Redondo, Monte Alegre, Porto da Folha, Gararu, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora de Lourdes).

 

O delegado do MDA, Cassio Murilo, diz que está muito claro que a ação do Dom Helder atende à  política desenvolvimento territorial, fortalecendo assim a agricultura familiar, camponesa e reforma agrária nos territóriosem que atua, parabenizou a clareza da estratégia no viés agroecológico e enfatiza a metodologia para uma nova perspectiva de extensionismo. Dessa forma, acredita que em conjunto com outras experiências agroecologicas a exemplo da ASA , o PDHC apossa ajudar a outros setores a refletirem um pouco da necessidade da ATER com qualidade e não mais a ATER tradicional proveniente de um processo histórico da revolução verde.

 

Aroldo, Movimento Pequenos Agricultores (MPA), coloca que nesse processso fica feliz porque o que Espedito colocou referente ao Dom Helder, que trabalha desde a organização dos produtores, da produção, agregação de valor, acesso a mercados, emancipação e  autonomia dos camponeses comunga com o Programa Camponês pensado pelo movimento, visto a importância de ter uma assessoria que atenda ao modelo de produção de base agroecologica casando com a articulação das políticas públicas.

 

Fábio Andrey, MST, parabenizou pela volta do PDHC no território e forma participativa de implementação, construída com o território por meio do Colegiado.

 

Além dos citados acima estiveram presentes na reunião representante da ASA,  Ong’s de assessoria técnica atuantes no território, agricultores e agricultoras familiares, secretários municipais, Conselhos municipais, sindicatos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, a federação dos trabalhadores rurais – FETASE, coordenadora territorial do Núcleo de extensão Territorial (NEDET) da Universidade federal, profª Drª Tereza Cristina e os três assessores  territoriais (gênero, inclusão produtiva e gestão social), Rede estadual de Colegiados, SEBRAE, Emater estadual (Emdagro), representantes do comitê de bacias hidrográficas (bacia do São Francisco) e outros.

 

   

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© Projeto Dom Helder Camara